Olha agora para os olhos que brilham com prazer, sem querer, com amor sem saber. Olha para o que restou, para o que deixou, para o que não quer entender. Olha para o que não sei, o que resgatei, o que pedi, o que dei.
Olha com calma, minha alma que não pede mais nada, nem espera a migalha. Olha por olhar, sem precisar ficar, nem ao menos tocar no que um dia quis se entregar.
Olha sem compromisso, esse olhar omisso que nunca esperei.
Nat, acho seu blog lindo, suas palavras maravilhosas. Amo!
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