
Ele me encara com seus olhos felinos e me ordena que lhe traga o mundo. Olhos cintilantes, abraçados pelas sombras escuras, carregando nas costas as sobrancelhas arqueadas... Como um felino abaixado, prestes a atacar, já sabendo que poucas presas ousariam fugir de seu ataque sutil. Em cada parte da pele, dos poros, cada parte dos sorrisos cristalinos, ele todo é irreversível. E enche o salão com sua voz de elástico, ganhando o mundo em ferocidade delicada. [...]
(obs: sem inspiração)
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